Cálculos Contábeis
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PRESTAMOS DIVERSOS SERVIÇOS PARA VOCÊ E SUA EMPRESA COM UMA EQUIPE CAPACITADA E DEDICADA

Carlos André Marinho Vieira, graduado em Ciências Contábeis pela Universidade Federal da Paraíba, especialista em Finanças, Controladoria e Auditoria pela Fundação Getúlio Vargas e mestre em Ciências Contábeis pelo Programa Multiinstitucional e Inter-Regional de Pós-Graduação em Ciências Contábeis UnB/UFPB/UFRN. Atualmente é doutorando em Ciências Contábeis pela Universidade Federal da Paraíba. Possui pesquisas publicadas em congressos e periódicos nacionais. No ambiente profissional atua como contador, atuando principalmente em micro e pequenas empresas. Atua também como auditor independente, sendo registrado no CNAI, e como analista de valores mobiliários elaborando relatórios de análise de empresas, sendo registrado na APIMEC. Possui experiência em contabilidade para micro e pequenas empresas, precificação de ativos, avaliação de investimentos e perícia financeira. Marcos Gustavo Menezes de Oliveira, Cientista Contábil formado pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB, na área acadêmica, atuou em projetos da Universidade, como no projeto de Monitoria e na organização do Encontro Regional dos Estudantes de Contabilidade do Nordeste - ERECIC. No ambiente profissional, iniciou na área Contábil, onde prestou assessoria a mais de 40 empresas de diversos ramos. Em seguida, adentrou ná área Fiscal, prestando serviço para mais de 60 empresas de seguimentos variados. Concomitante ao citado, assessorava Recursos Humanos - RH a mais de 30 pessoas físicas e jurídicas. Thiago José Silva Pena, bacharel em Ciências Contábeis formado pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB, mestre em contabilidade pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da Universidade Federal da Paraíba - UFPB. Na área acadêmica participou de projetos de extensão e pesquisa, foi membro da organização do Encontro Regional dos Estudantes de Contabilidade do Nordeste - ERECIC. No ambiente profissional iniciou a carreira como estagiário na área fiscal da Lojas Maia (atual Magazine Luiza), posteriormente trabalhou em escritório tendo atuado em atividades dos setores departamento fiscal, departamento pessoal e departamento contábil, em empresas de diversos seguimentos. Atualmente é professor no Centro Universitário de João Pessoa (UNIPE) ministrando aulas nos cursos de ciências contábeis, administração, gestão financeira, gestão ambiental, gestão pública, recursos humanos, marketing, logística.

Nosso escritório acompanha sua Empresa desde o processo de criação, até seu desenvolvimento e consolidação, realizamos todo o processo de constituição e legalização de Empresas no Estado da Paraíba, damos suporte à sua Empresa quanto ao meio mais adequado de regime de tributação, fazemos os cálculos precisos de todos os impostos incidentes sobre seu seguimento de atividade, e enviamos todas as declarações exigidas pelo Governo. Temos experiência com Indústrias, Comércio Varejista e Atacadista Exportador e Importador, Empresas Prestadoras de Serviço, e-commerce, loja virtual e todo tipo de venda pela internet.

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O serviço de Contabilidade corresponde a três grupos de rotinas: Escrituração Fiscal •Escrituração das Notas Fiscais emitidas e recebidas; •Elaboração e entrega das obrigações acessórias municipais, estaduais e federais; •Cálculo e geração das guias dos impostos. Escrituração Contábil •Classificação e escrituração contábil de acordo com as normas e princípios contábeis; •Elaboração e entrega das obrigações acessórias federais; •Elaboração e entrega mensal do balancete para acompanhamento dos saldos; •Elaboração e entrega anual/trimestral das demonstrações contábeis: balanço patrimonial, demonstração do resultado do exercício, demonstração dos fluxos de caixa, demonstração das mutações do patrimônio líquido, notas explicativas. Rotinas Trabalhistas •Cálculo mensal de folha de pagamento e pró-labore dos sócios; •Apuração mensal dos impostos previdenciários, bem como a geração das guias dos tributos e encargos sociais a serem recolhidos pela empresa; •Obrigações acessórias relativas ao e-Social, RAIS, CAGED e demais.
A Auditoria Contábil consiste na aferição da conformidade das políticas e procedimentos adotados pela empresa com a legislação vigente. Esse procedimento é realizado geralmente por dois motivos, ou a legislação obriga a empresa a contratar esse serviço ou esta atitude vem do gestor, para assegurar sua empresa contra a ocorrências de fraudes ou outras atitudes que possam lesar a empresa.
O trabalho de Perícia é basicamente uma conferência de cálculo de valores, onde o Contador irá refazer todos os cálculos dos valores que foram apresentados a você através do Contrato de Financiamento, por exemplo, para saber se nele existe alguma alteração que venha a lhe prejudicar, pois todos aqueles valores expressos no contrato são regulamentados por uma legislação dos órgãos que os compete, e a uma atualização e correção monetária base que pode ser que não esteja sendo seguida. A Cálculos Contábeis presta serviços de perícia nas áreas: •Trabalhista; •Financeira; •Contábil; •Financiamento habitacional; •Financiamento automotivo.
O Abertura da Empresa se refere à criação de números de inscrição e obtenção de permissões para atuar, obtidos nos órgãos que a sua empresa é obrigada de acordo com o Ramo de Atividade. Essas inscrições e permissões são: •Inscrição Municipal; •Inscrição Estadual; •Inscrição Federal (CNPJ); •Licença de Uso e Ocupação de Solo; •Licença Ambiental; •Licença da Vigilância Sanitária; •Certificação dos Bombeiros; •Alvará de Funcionamento.
A Regularização se dá de duas maneiras, ou a Empresa não sabe se está irregular e quer fazer uma consulta nos diversos órgãos municipais, estaduais e federais, para investigar se possui alguma pendência para ser corrigida, ou a Empresa já está em situação de irregularidade e quer ficar quites perante os órgãos, como a Inscrição Cancelada, mercadorias bloqueadas, foi multada por falta de envio de declarações, licenças ou documentos fiscais, falta de itens obrigatórios para o controle, segurança e salublidade dos funcionários e clientes.
A Consultoria é uma orientação para otimizar procedimentos que todas as Empresas estão sujeitas, a orientação só termina quando o procedimento está de fato funcionando da maneira correta e o Empresário detem o seu controle, podendo a partir dali tomar decisões com baixas possibilidades de erro. Oferecemos consultoria especializada em problemas de gestão empresarial nas seguintes áreas: •Finanças; •Organização e Processos; •Gestão de Pessoas.

Artigos e Notícias

Confira nossa enciclopédia gratuita, que contém vários procedimentos contábeis, fiscais e de recursos humanos, além de notícias sobre atualizações de legislação.

Erro SEDIF Classe não registrada, ClassID na autenticação do Certificado Digital
Erro SEDIF Classe não registrada, ClassID na autenticação do Certificado Digital
Este erro acontece comumente quando se formata o computador e restaura-se backup sem fazer instalação do programa. Como resolver: Reinstale o programa SEDIF sem medo de perder os arquivos. A reinstalação vai manter o arquivo das declarações já enviadas e em andamento. Entre no site oficial da Receita de Pernambuco http://www.sedif.pe.gov.br/, escolha o Estado da Federação pertencente à Empresa que vai enviar a DeSTDA, baixe o programa e reinstale exatamente na pasta onde está o SEDIF que já está instalado no seu computador. Faça o processo normalmente e veja que o SEDIF irá achar os certificados digitais da sua máquina.   Autor: Cálculos Contábeis.  ...
Receita Federal institui Programa Especial de Regularização Tributária
Receita Federal institui Programa Especial de Regularização Tributária
A Secretaria da Receita Federal instituiu um novo programa para refinanciamento de dívidas tributarias. A adesão pode ser efetuada até o dia 31 de agosto de 2017. A publicação da Medida Provisória nº 783, de 31 de maio de 2017, instituiu o Programa Especial de Regularização Tributária (PERT), que trata de dívidas tributárias que constem na Secretaria da Receita Federal e na Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional vencidas até o dia 30 de abril de 2017. A adesão ao programa de refinanciamento o contribuinte se compromete a realizar o pagamento regular de débitos vencidos após 30 de abril de 2017, inscritos ou não em Dívida Ativa da União, e a manter a regularidade das obrigações com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS. A adesão implica confissão irrevogável e irretratável dos débitos indicados para compor o PERT, ficando vedado a inclusão do débito em qualquer outra forma de parcelamento posterior, exceto em pedido de reparcelamento ordinário. O PERT traz várias modalidades para o contribuinte escolher a que julgar mais adequada. Segue abaixo: 1 - Exclusiva para débitos na Receita, o contribuinte pode optar pelo pagamento à vista, com, no mínimo, 20% de entrada e o restante a ser quitado com créditos de prejuízo fiscal e Base de Cálculo Negativa da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) ou outros créditos próprios de tributos administrados pela Receita Federal, sem reduções, podendo parcelar eventual saldo em até 60 meses. 2 - Para débitos na Receita e na Procuradoria da Fazenda Nacional, a opção pode ser pelo parcelamento em 120 prestações, sem reduções, sendo:
  • 0,4% da dívida nas parcelas 1 a 12;
  • 0,5% da dívida nas parcelas 13 a 24;
  • 0,6% da dívida nas parcelas 25 a 36;
  • Parcelamento do saldo remanescente em 84 vezes, a partir do 37º mês
3 – Também para débitos na Receita e na Procuradoria da Fazenda Nacional, pode ser feita opção pelo pagamento de 20% em 2017, em 5 parcelas, sem reduções, e o restante em uma das seguintes condições:
  • quitação em janeiro de 2018, em parcela única, com reduções de 90% de juros e de 50% das multas; ou
  • parcelamento em até 145 parcelas, com reduções de 80% dos juros e de 40% das multas; ou
  • parcelamento em até 175 parcelas, com reduções de 50% dos juros e de 25% das multas, com parcelas correspondentes a 1% sobre a receita bruta do mês anterior, não inferior a 1/175.
4 – Por fim, para dívidas inferiores a R$ 15 milhões no âmbito da Receita e da Procuradoria da Fazenda Nacional, o contribuinte pode optar pelo pagamento de 7,5% em 2017, em 5 parcelas, sem reduções, e o restante a ser quitado em uma das seguintes condições, com utilização cumulativa, nesta ordem, de reduções de acréscimos e o aproveitamento de créditos:
  • Pagamento integral em janeiro de 2018, com reduções de 90% de juros e de 50% das multas e utilização de créditos de Prejuízo Fiscal e Base de Cálculo Negativa ou outros créditos próprios de tributos administrados pela Receita Federal; ou
  • Parcelamento em até 145 parcelas, com reduções de 80% dos juros e de 40% das multas e utilização de créditos de Prejuízo Fiscal e Base de Cálculo Negativa ou outros créditos próprios de tributos administrados pela Receita Federal; ou
  • Parcelamento em até 175 parcelas, com parcelas correspondentes a 1% sobre a receita bruta do mês anterior, não inferior a 1/175, com reduções de 50% dos juros e de 25% das multas e utilização de créditos de Prejuízo Fiscal e Base de Cálculo Negativa ou outros créditos próprios de tributos administrados pela Receita Federal.
No caso da PGFN, não se aplica a esta modalidade 4 a utilização de créditos de Prejuízo Fiscal e Base de Cálculo Negativa, sendo substituída pela possibilidade do oferecimento de bens imóveis para a dação em pagamento. Nas modalidades em que permitidas, admitem-se créditos de prejuízos fiscais e de base de cálculo negativa da CSLL apurados até 31 de dezembro de 2015 e declarados até 29 de julho de 2016:
  • próprios ou do responsável tributário ou corresponsável pelo débito;
  • de empresas controladora e controlada, de forma direta ou indireta, ou
  • de empresas que sejam controladas direta ou indiretamente por uma mesma empresa, em 31 de dezembro de 2015, domiciliadas no País, desde que se mantenham nesta condição até a data da opção pela quitação.
Os valores dos créditos decorrentes de prejuízo fiscal e de base de cálculo negativa da CSLL serão determinados por meio da aplicação de alíquotas definidas na referida medida provisória. O deferimento do pedido de adesão ao PERT fica condicionado ao pagamento do valor à vista ou da primeira prestação, que deverá ocorrer até 31 de agosto de 2017. Enquanto a dívida não for consolidada, o sujeito passivo deverá calcular e recolher o valor à vista ou o valor equivalente ao montante dos débitos objeto do parcelamento dividido pelo número de prestações pretendidas. O valor mínimo de cada prestação mensal será de R$ 200,00 para o devedor pessoa física e de R$ 1 mil para a pessoa jurídica. A Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional editarão, em até 30 dias, os atos necessários à execução dos procedimentos do PERT. Fonte: Secretaria da Receita Federal....
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Carlos André
CRC PB-010839/O-0
CNAI nº 4847


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CRC PB-011402/O-3


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CRC PB-011628/O-0

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